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8 de Maio
Carteiros em Nova York não são muito diferentes dos carteiros Brasileiros.
Church Street, Tribeca, Manhattan.
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4 de Maio
Trabalhador em cima de um caminhão, esperando por algo.
Franklin Street, Tribeca, Manhattan.
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25 de Abril
Nova York leva o serviço de bombeiro muito a sério. É comum ver caminhões dirigindo tão rápido quanto possível, sirenes no máximo, cortando o trânsito - às vezes, mesmo quando a emergência é não é tão emergencial assim.
Walker Street, Tribeca, Manhattan.
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16 de Abril
O vandalismo em propriedades públicas em Nova York é como o vandalismo em qualquer outro lugar do mundo: grafite, pixação, rabiscos e adesivos dominam os cantos da cidade. Mas a impressão que tenho é que, aqui, o vandalismo geralmente possui uma vertente poética acima da média encontrada em outras cidades que visitei.
6th Avenue, Tribeca, Manhattan.
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11 de Abril
Existe uma certa atitude típica do Novaiorquino que é difícil de descrever. É uma atitude de que tudo é possível, de que nos adaptamos a cada situação, de que não vale a pena se preocupar demais ou seguir um roteiro fixo durante a vida. É como olhar mais adiante, de uma maneira que pode irritar quem não está acostumado a isso; é, também, algo que de certa forma explica muito bem as peculiaridades da cidade e seu contraste com outras culturas mais rígidas. E tudo isso atrelado a uma crença de que, apesar de seu tamanho e imponência, Nova York pertence a cada um de seus habitantes, e cada um é dono de seu destino.
Às vezes, esses princípios locais se manifestam de pequenas formas; formas que não são únicas desta cidade, com toda a certeza, mas que parecem fazer todo o sentido. Como no momento em que uma ciclista desvia do trânsito da metrópole ignorando adversidades como a ausência de um de seus próprios pés.
Esquina da Canal Street com West Broadway, Soho, Manhattan.
PS. Acho que esta foto (belíssima por sinal, deixando a minha no chinelo) é da mesma pessoa.
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9 de Abril
Em Nova York, o refinado vira lugar-comum, e o lugar-comum vira refinado. É o caso da Churrascaria Tribeca, que serve o rodízio típico Brasileiro. Talvez devido a dificuldades de importação e de diferenças de paladar e expectativas, este restaurante seria considerado um rodízio abaixo da média em São Paulo, dada a qualidade do buffet e dos cortes de carne oferecidos. Em Nova York, no entanto, pode-se dizer que este é um dos melhores rodízios da cidade; e talvez para justificar o (salgado) preço, o ambiente tem um requinte acima do comum. Acima até demais, eu diria.
Churrascaria Tribeca, Tribeca, Manhattan.
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6 de Abril
Ônibus de dois andares são uma visão bem comum em Nova York. Eles levam turistas de um lado a outro da cidade - em especial Manhattan, mas também para o Brooklyn - e possuem guias que explicam os pontos de interesse para os passageiros durante o trajeto.
A (cara) passagem é válida para dois dias ou mais, e portadores podem subir e descer do ônibus quando quiserem. Esses ônibus possuem diversos pontos distribuídos pela cidade; este, próximo a Canal Street e num dos núcleos de compras em Soho/Chinatown, é bastante popular.
Broadway Street, Chinatown, Manhattan.
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3 de Abril
De pessoas comuns a donos adotivos temporários, de dog walkers a treinadores, é bem comum encontrar pessoas passeando com cachorros em Nova York. E, às vezes, vários deles ao mesmo tempo.
Tribeca, Manhattan.
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28 de Março
Com o aumento da temperatura, restaurantes e bares começam também a colocar mesas nas calçadas. Às vezes, isso serve para aumentar a capacidade de atendimento de forma exponencial em locais cujo espaço interno é limitado. Esse é outro aspecto interessante da transformação física passada pela cidade com a mudança das estações.
Church Street, Tribeca, Manhattan.
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27 de Março
Nova York também possui sua quota de lojas que vendem tralhas para turistas. Uma das manifestações mais comuns desse tipo armadilha é a loja que vende camisetas engraçadinhas (ou comemorativas da cidade) de baixa qualidade que poucos residentes de Nova York em sã consciência usariam.
Church Street, Tribeca, Manhattan.
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22 de Março
Em meio a ruas estreitas, às vezes os prédios criam verdadeiros obstáculos na visão do pedestre. Quando eles desaparecem em meio às nuvens, dão também a impressão de serem infinitamente altos.
Walker Street, Tribeca, Manhattan.
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21 de Março
Apesar do clima razoavelmente previsível, Nova York às vezes surpreende - como quando resolve ser encoberta por um clima nublado em pleno começo de primavera.
Walker Street, Tribeca, olhando para Downtown, Manhattan.
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19 de Março
Hidrantes não são só cenário de filmes do Spike Lee - eles são, sim, bem frequentes em toda Nova York. Além de alívio para o calor no verão na periferia da cidade (já que eles são frequentemente abertos ilegalmente pela população), eles são também um aborrecimento para quem está procurando vagas para estacionar: é proibido estacionar ao lado de hidrantes.
Walker Street, Tribeca, Manhattan.
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12 de Março
Parques em Nova York pertencem aos pedestres. Não é incomum encontrar pessoas descansando, lendo, comendo, ou passando o tempo num parque. Principalmente com a chegada do clima mais quente, os parques da cidade entram em real ebulição, tornando-se verdadeiras áreas de lazer abertas a qualquer hora do dia.
Por outro lado, moradores de rua são uma raridade; eles existem, mas imagino que exista um esforço por parte da cidade para que eles não transformem os parques em sua residência permanente.
St. John’s Park, Tribeca, Manhattan.
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9 de Março
Apesar de ser uma selva de pedra com fama de possuir inúmeros arranha-céus, a grande maioria dos prédios de Nova York são bem baixos. A razão não é muito difícil de entender: com exceção de regiões específicas (como downtown), os prédios de Manhattan são bastante antigos, geralmente construídos quando não fazia muito sentido econômico (ou não era muito fácil) construir prédios de dezenas de andares.
Walker Street, Tribeca, Manhattan.