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6 de Maio
Este foi o dia escolhido para o Five Boro Bike Tour, uma tour anual que conta com cerca de 30000 participantes percorrendo 60 km entre os 5 distritos de Nova York. Mais do que uma corrida, a tour é um dia de diversão para pessoas de todas as idades (de crianças acompanhadas dos pais a idosos) e de todos os tipos (de Novaiorquinos que vão de bicicleta pro trabalho a turistas que alugaram uma bicicleta só para fazer parte do evento).
Soho, Manhattan.
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5 de Maio
Ir de Manhattan para o Brooklyn através da Williamsburg Bridge é uma aventura. Talvez devido à idade da ponte, as faixas são razoavelmente tortuosas. Somando-se a isso a proximidade da mureta externa da ponte, o resultado é uma sensação de vertigem de paralizar o motorista incauto.
Williamsburg Bridge, via de veículos indo de Manhattan em direção ao Brooklyn.
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3 de Maio
Caminhões, vans e ônibus deixados em estacionamentos abertos ficam expostos à furia dos elementos - incluindo-se aí os elementos humanos. Por conta disso, não é incomum encontrar veículos carregados de grafites - autorizadas ou não - circulando pela cidade. Historicamente, esse era o papel dos trens do metrô, mas esse método de proliferação do graffiti começou a cair em decadência há cerca de uma década atrás.
Clinton Street, Lower East Side, Manhattan.
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27 de Abril
Bicicletas e ciclistas são um mundo à parte em Nova York, com inúmeras subculturas influenciando o modo de uso das magrelas. Uma das práticas mais pitorescas entre ciclistas da cidade é a de dirigir bicicletas “de dois andares”. Extremamente difíceis de se iniciar e parar, elas provavelmente oferecem uma visão privilegiada ao ciclista enquanto pedala pela cidade.
Bedford Avenue, Williamsburg, Brooklyn.
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26 de Abril
Apesar da onipresença do metrô, as linhas de ônibus em Nova York são também bastante práticas, fazendo trajetos alternativos, não cobertos pelos trilhos de trem. E, ao contrário do metrô - que opera 24 horas por dia - a maior parte das linhas de ônibus opera das 5 da manhã à meia-noite.
Bedford Avenue, Williamsburg, Brooklyn.
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8 de Abril
Passear de barco em Nova York é um dos modos mais legais de ver a cidade. Em muitos casos, mais do que simplesmente servir de atração turística, as barcas de transporte de passageiros são meios reais de locomoção. É o caso do East River Ferry, que transporta passageiros entre Manhattan e Brooklyn a preços competitivos. Ao mesmo tempo, a balsa fornece uma visão privilegiada da cidade a seus passageiros: indo do Brooklyn à Downtown Manhattan, por exemplo, o barco passa por baixo das três principais pontes que ligam Brooklyn a Manhattan (Williamsburg Bridge, Manhattan Bridge, e Brooklyn Bridge). Um all-day-pass é um ótimo modo de visitar alguns dos principais pontos turísticos no Brooklyn.
Manhattan Bridge, East River, lado Brooklyn.
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6 de Abril
Ônibus de dois andares são uma visão bem comum em Nova York. Eles levam turistas de um lado a outro da cidade - em especial Manhattan, mas também para o Brooklyn - e possuem guias que explicam os pontos de interesse para os passageiros durante o trajeto.
A (cara) passagem é válida para dois dias ou mais, e portadores podem subir e descer do ônibus quando quiserem. Esses ônibus possuem diversos pontos distribuídos pela cidade; este, próximo a Canal Street e num dos núcleos de compras em Soho/Chinatown, é bastante popular.
Broadway Street, Chinatown, Manhattan.
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14 de Março
Se houvesse um campeonato mundial de andaimes (por falta de palavra melhor), Nova York seria um dos favoritos para o título. A cidade é, a todo momento, repleta de andaimes construídos nas laterais de prédios para manutenção da fachada e proteção dos pedestres. Imagino que a razão seja a idade da maioria dos prédios, e a necessidade de manutenção constante.
Esses andaimes de proteção costumam durar tanto tempo que viram parte integral de algumas calçadas - até serem removidos da noite pro dia, provocando certa sensação de estranhamento pra quem já estava acostumado com a inconveniência (ou proteção contra chuva) proporcionados pela chamada “ponte de pedestres” situada na base do andaime.
Broome Street, Soho, Manhattan.
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11 de Março
Devido à idade do sistema, escadas rolantes são outra peça rara nas estações de metrô de Nova York: subir e descer inúmeros degraus é parte integral da ginástica diária Novaiorquina. A exceção são as estações mais novas, ou as que naturalmente recebem passageiros com mais carga, como esta, que liga o AirTrain do aeroporto John F. Kenny ao sistema de metrô de Nova York.
Howard Beach station, Brooklyn.
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7 de Março
Embora seja extremamente eficiente, o metrô de Nova York é, de certo modo, bastante inconstante. É muito comum ter de esperar longos minutos dentro de um trem que está parado sem motivo aparente, não sabendo quando a viagem vai continuar. Para piorar a situação, o motivo real de atrasos e mudanças no sistema são sempre encobertos: “trem atrasado devido a passageiro doente”, por exemplo, é um código que costuma significar qualquer tipo de problema, de mulheres parindo a suicídios nas linhas de trem.
Nesta foto, a linha que leva trens da linha J/M/Z do Brooklyn a Manhattan sobre a Williamsburg Bridge estava parada porque um passageiro resolver sair do trem durante o trajeto e subir em cima do vagão. Uma cena talvez comum nas antigas linhas de trem de São Paulo, mas surreal em Nova York.
Metrô M sentido Manhattan, parado no meio da Williamsburg Bridge, entre Manhattan e Brooklyn.
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1º de Março
Embora não seja por si só um destino turístico, a Williamsburg Bridge é uma das pontes mais práticas para o Novaiorquino que transita entre o Brooklyn e Manhattan. Uma das razões principais é o fato dela possuir em quase sua totalidade dois corredores separados para bicicletas e pedestres, evitando os problemas causados por corredores mistos, como os da Brooklyn Bridge. Assim, bicicletas podem percorrer a ponte com maior velocidade, já que não têm de se preocupar com pedestres incautos tirando fotos; da mesma forma, pedestres podem andar ou correr pela ponte sem muita preocupação.
Williamsburg Bridge, bifurcação para divisão de corredores de pedestres e ciclistas, lado Manhattan.
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27 de Fevereiro
Andando na rua, é fácil localizar um turista em Nova York: são as pessoas que dão sinais para táxis que não estão disponíveis (já levando passageiros ou rumando para a garagem após um final de turno) e ficam indignadas quando o taxista os ignora.
A verdade é que identificar um táxi disponível é muito fácil, mas é quase um segredo Novaiorquino. É simples: os táxis disponíveis são os que têm seu código (como o “4A48”) iluminado acima do texto do carro. Se a luz estiver ligada, eles estão procurando passageiros. Se ela estiver desligada, é porque o taxímetro já está correndo, ou desabilitado.
Pode ser uma regra nem um pouco óbvia, mas é uma que ajuda muito à noite: devido à forma e localização únicas do letreiro, é fácil localizar um táxi à distância, mesmo no meio de um trânsito onde só se vêem faróis ligados.
Houston Street, Soho, Manhattan.
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22 de Fevereiro
As primeiras vistas de Nova York pra boa parte dos novos visitantes da cidade é proporcionada pela viagem do AirTrain, o sistema que transporta passageiros do aeroporto às estações de metrô ou trem, presente nos aeroportos de John F. Kennedy e Newark. Como os aeroportos da cidade ficam razoavelmente distantes da zona mais urbana, é só a partir do AirTrain que os visitantes começam a sentir um gostinho de Nova York.
AirTrain fazendo o caminho do aeroporto John F. Kennedy para Howard Beach, Brooklyn.
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9 de Fevereiro
Muitas das estações de metrô de Nova York são elevadas, principalmente no Brooklyn e Queens. Os usuários à espera dos trens nessas estações estão sempre à mercê do clima; o vento gelado de inverno pode ser especialmente difícil de suportar numa plataforma elevada.
Plataforma das linhas J/Z/M, parada Marcy Avenue, Brooklyn.
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18 de Janeiro
Dirigir não é uma rotina comum em Nova York. Como o transporte público é bastante eficiente, são raros os momentos em que o Novaiorquino típico precisa dirigir um carro. Quando necessário, no entanto, Nova York é rodeada por highways - grandes avenidas e estradas que levam gente e carga para dentro e fora da cidade, quase invisíveis devido à sua localização. Nessas highways, carros também dividem espaço com grandes caminhões (ao contrário da cidade, onde eles geralmente têm sua circulação bastante limitada).
New England Thruway, Upstate New York.