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6 de Maio
Este foi o dia escolhido para o Five Boro Bike Tour, uma tour anual que conta com cerca de 30000 participantes percorrendo 60 km entre os 5 distritos de Nova York. Mais do que uma corrida, a tour é um dia de diversão para pessoas de todas as idades (de crianças acompanhadas dos pais a idosos) e de todos os tipos (de Novaiorquinos que vão de bicicleta pro trabalho a turistas que alugaram uma bicicleta só para fazer parte do evento).
Soho, Manhattan.
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5 de Maio
Ir de Manhattan para o Brooklyn através da Williamsburg Bridge é uma aventura. Talvez devido à idade da ponte, as faixas são razoavelmente tortuosas. Somando-se a isso a proximidade da mureta externa da ponte, o resultado é uma sensação de vertigem de paralizar o motorista incauto.
Williamsburg Bridge, via de veículos indo de Manhattan em direção ao Brooklyn.
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4 de Maio
Trabalhador em cima de um caminhão, esperando por algo.
Franklin Street, Tribeca, Manhattan.
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3 de Maio
Caminhões, vans e ônibus deixados em estacionamentos abertos ficam expostos à furia dos elementos - incluindo-se aí os elementos humanos. Por conta disso, não é incomum encontrar veículos carregados de grafites - autorizadas ou não - circulando pela cidade. Historicamente, esse era o papel dos trens do metrô, mas esse método de proliferação do graffiti começou a cair em decadência há cerca de uma década atrás.
Clinton Street, Lower East Side, Manhattan.
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2 de Maio
Talvez pela temperatura, talvez pela localização, talvez pela herança cultural, o consumo de vinhos é algo frequente na vida do Novaiorquino. Todo jantar costuma ser acompanhado de vinhos - que, aqui, costumam ser mais baratos do que no Brasil, independente da procedência. A frequência é tanta que é costume dos residentes da grande maçã terem várias garrafas de vinho em casa à disposição.
Rack de vinhos num apartamento no Brooklyn.
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1º de Maio
Protestos em Nova York não são incomums, já que a população da cidade costuma ser razoavelmente ativa politicamente. O protesto realizado neste 1º maio foi um dos maiores já realizados por aqui. E apesar da cacofonia de mensagens presentes na manifestação - de direitos de diversas minorias, a protestos contra Wall Street, a protestos contra o setor de saúde, a uma série de outros assuntos - a passeata em si foi bastante organizada. Sempre sob o olhar sério da força policial da cidade, o protesto foi bastante civil e pacífico; a impressão foi de ser quase parte da rotina da cidade.
Broadway Avenue, Manhattan.
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30 de Abril
A Williamsburg Bridge é uma das principais formas de acesso do Brooklyn para Manhattan (e vice-versa), dada a sua localização central entre as pontes mais ao sul do Brooklyn e as pontes do Queens, ao Norte. Isso não evita que certa prioridade seja dada ao pedestre: assim que os veículos atravessam a ponte para o lado Manhattan, se deparam com um semáforo que permite aos pedestres atravessarem a avenida em frente à ponte, ou utilizar o acesso de pedestres e bicicletas da ponte.
Entrada da Williamsburg Bridge, lado Manhattan.
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29 de Abril
Andando pelos bairros de Nova York, é comum encontrar fachadas discretas que disfarçam a natureza inspirada da atividade especializada lá abrigada. É o caso desta singela casa, usada para uma gráfica de impressão tipográfica em relevo. Oldschool.
Fachada The Brothers in Elysium, Roebling Street, Williamsburg, Brooklyn.
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28 de Abril
Apesar de bares em Nova York serem, em sua maioria, influenciados pela cultura Irlandesa, algumas outras culturas não ficam muito longe em sua influência. É o caso da Alemanha, que influencia alguns dos melhores bares da cidade - em especial, bares com ótimas linguiças. É o caso do Radegast, no Brooklyn, que oferece, além de ótima comida e inúmeros tipos de cerveja, música típica Alemã ao vivo em diversas ocasiões.
Bar Radegast, Williamsburg, Brooklyn.
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27 de Abril
Bicicletas e ciclistas são um mundo à parte em Nova York, com inúmeras subculturas influenciando o modo de uso das magrelas. Uma das práticas mais pitorescas entre ciclistas da cidade é a de dirigir bicicletas “de dois andares”. Extremamente difíceis de se iniciar e parar, elas provavelmente oferecem uma visão privilegiada ao ciclista enquanto pedala pela cidade.
Bedford Avenue, Williamsburg, Brooklyn.
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26 de Abril
Apesar da onipresença do metrô, as linhas de ônibus em Nova York são também bastante práticas, fazendo trajetos alternativos, não cobertos pelos trilhos de trem. E, ao contrário do metrô - que opera 24 horas por dia - a maior parte das linhas de ônibus opera das 5 da manhã à meia-noite.
Bedford Avenue, Williamsburg, Brooklyn.
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25 de Abril
Nova York leva o serviço de bombeiro muito a sério. É comum ver caminhões dirigindo tão rápido quanto possível, sirenes no máximo, cortando o trânsito - às vezes, mesmo quando a emergência é não é tão emergencial assim.
Walker Street, Tribeca, Manhattan.
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24 de Abril
Skates e skatistas são outra figura comum de Nova York. É comum encontrar pessoas andando - realmente, indo de um ponto a outro - de skate pela cidade, ou simplesmente andando por prazer em pontos propícios para isso. Algumas praças, como a Union Square, são especialmente tradicionais para essa prática.
Union Square, Manhattan.
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23 de Abril
Nova York detesta guarda-chuvas. Em dias nublados, é bastante comum encontrar guarda-chuvas caídos pelas ruas, alquebrados e abandonados, como soldados feridos durante uma batalha sangrenta e deixados para trás.
O inimigo, neste caso, é o vento: como o vento pode ser bastante forte na cidade, mudando repentinamente de uma rua para outra, guarda-chuvas são quebrados, rasgados, invertidos, e trincados com uma frequência recorde.
Williamsburg, Brooklyn.
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22 de Abril
Em dias nublados, a névoa que encobre a cidade - bem comum, dada a proximidade ao oceano e a alta umidade típica do ar de Nova York - dá um ar fantasmagórico à paisagem urbana.
Manhattan vista a partir do Queens.