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13 de Maio
Em Nova York, é comum encontrar moradores sentados nas calçadas e entradas de prédios simplesmente conversando. Talvez devido a interessantes diferenças culturais, a prática é mais frequente em regiões com maior proporção de moradores de origem latina.
Bedford Avenue, Williamsburg, Brooklyn.
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12 de Maio
Engana-se quem pensa que churrasco é coisa exclusiva do Brasil. Em Nova York, quando o clima permite, é comum encontrar as coberturas (“rooftops”) e sacadas dos pequenos prédios da cidade tomadas por amigos celebrando a temperatura com um bom churrasco.
Embora existam diferenças em certos detalhes - como no corte da carne, ou no combustível usado para a churrasqueira - o conceito é o mesmo e o resultado final é previsível: um estômago recheado de carne e bebida no final da noite.
Cobertura em Washington Avenue, Brooklyn.
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11 de Maio
Apesar do grande número de ciclofaixas em Nova York, algumas são mais difíceis de se transitar do que outras. Esta, entre Chinatown e Little Italy, é constantemente tomada por pedestres ou vendedores de rua que têm uma idéia melhor do que fazer com o espaço disponível.
Grand Street, Little Italy, Manhattan.
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10 de Maio
Cada bairro de Nova York tem uma aparência característica. Midtown, ou o meio da cidade, é onde encontram-se os letreiros mais chamativos - talvez devido à presença constante de turistas que aprenderam a associar Nova York com fachadas iluminadas.
42nd Street, Midtown, Manhattan.
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9 de Maio
O consumo de vinho em Nova York é um costume levado a sério; para muitos, uma taça é a melhor forma de se terminar o dia.
Bar no Brooklyn.
Foto por Meagan Palatino.
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8 de Maio
Carteiros em Nova York não são muito diferentes dos carteiros Brasileiros.
Church Street, Tribeca, Manhattan.
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7 de Maio
Nova York possui seu próprio “centro velho” nas redondezas de Downtown e do Financial District, no sul da ilha de Manhattan. Como o centro velho de São Paulo, a maioria dos prédios localizados nessa região é usado por companhias do setor financeiro, ou órgãos do governo - é o caso do Manhattan Municipal Building, um dos últimos prédios construídos na cidade com o intuito de engrandecer a arquitetura da cidade, e o primeiro construído com integração direta com linhas do metrô.
Manhattan Municipal Building, Financial District, Manhattan.
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6 de Maio
Este foi o dia escolhido para o Five Boro Bike Tour, uma tour anual que conta com cerca de 30000 participantes percorrendo 60 km entre os 5 distritos de Nova York. Mais do que uma corrida, a tour é um dia de diversão para pessoas de todas as idades (de crianças acompanhadas dos pais a idosos) e de todos os tipos (de Novaiorquinos que vão de bicicleta pro trabalho a turistas que alugaram uma bicicleta só para fazer parte do evento).
Soho, Manhattan.
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5 de Maio
Ir de Manhattan para o Brooklyn através da Williamsburg Bridge é uma aventura. Talvez devido à idade da ponte, as faixas são razoavelmente tortuosas. Somando-se a isso a proximidade da mureta externa da ponte, o resultado é uma sensação de vertigem de paralizar o motorista incauto.
Williamsburg Bridge, via de veículos indo de Manhattan em direção ao Brooklyn.
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4 de Maio
Trabalhador em cima de um caminhão, esperando por algo.
Franklin Street, Tribeca, Manhattan.
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3 de Maio
Caminhões, vans e ônibus deixados em estacionamentos abertos ficam expostos à furia dos elementos - incluindo-se aí os elementos humanos. Por conta disso, não é incomum encontrar veículos carregados de grafites - autorizadas ou não - circulando pela cidade. Historicamente, esse era o papel dos trens do metrô, mas esse método de proliferação do graffiti começou a cair em decadência há cerca de uma década atrás.
Clinton Street, Lower East Side, Manhattan.
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2 de Maio
Talvez pela temperatura, talvez pela localização, talvez pela herança cultural, o consumo de vinhos é algo frequente na vida do Novaiorquino. Todo jantar costuma ser acompanhado de vinhos - que, aqui, costumam ser mais baratos do que no Brasil, independente da procedência. A frequência é tanta que é costume dos residentes da grande maçã terem várias garrafas de vinho em casa à disposição.
Rack de vinhos num apartamento no Brooklyn.
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1º de Maio
Protestos em Nova York não são incomums, já que a população da cidade costuma ser razoavelmente ativa politicamente. O protesto realizado neste 1º maio foi um dos maiores já realizados por aqui. E apesar da cacofonia de mensagens presentes na manifestação - de direitos de diversas minorias, a protestos contra Wall Street, a protestos contra o setor de saúde, a uma série de outros assuntos - a passeata em si foi bastante organizada. Sempre sob o olhar sério da força policial da cidade, o protesto foi bastante civil e pacífico; a impressão foi de ser quase parte da rotina da cidade.
Broadway Avenue, Manhattan.
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30 de Abril
A Williamsburg Bridge é uma das principais formas de acesso do Brooklyn para Manhattan (e vice-versa), dada a sua localização central entre as pontes mais ao sul do Brooklyn e as pontes do Queens, ao Norte. Isso não evita que certa prioridade seja dada ao pedestre: assim que os veículos atravessam a ponte para o lado Manhattan, se deparam com um semáforo que permite aos pedestres atravessarem a avenida em frente à ponte, ou utilizar o acesso de pedestres e bicicletas da ponte.
Entrada da Williamsburg Bridge, lado Manhattan.
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29 de Abril
Andando pelos bairros de Nova York, é comum encontrar fachadas discretas que disfarçam a natureza inspirada da atividade especializada lá abrigada. É o caso desta singela casa, usada para uma gráfica de impressão tipográfica em relevo. Oldschool.
Fachada The Brothers in Elysium, Roebling Street, Williamsburg, Brooklyn.